quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Aula do dia 20/10 - Vygotsky

Relato da aula do dia 20/10/15.

Iniciamos a aula com a leitura de um diário de bordo, do dia 06/10, leitura feita pela mestranda Raíra. Thiago Alex leu seu diário de bordo do dia 13/10.

A professora reforçou que para Piaget os estágios de desenvolvimentos não são amarrados, uma criança de 8 anos ainda pode estar no estágio pré-operacional, porém, para Piaget não há retrocessos. Pedro, referente à aula passada (13/10) comentou que encontrou dois artigos sobre educação e pessoas com deficiências, um sobre surdos e outro sobre autistas.

Eu apresentei o plano de aula do Jakson. Os conteúdos dessa aula eram evolução biológica, fixismo, neotenia e órgãos vestigiais. Esta aula foi elaborada seguindo o teórico Paulo Freire. Interessante que Jakson disse que ele apresenta o que diversas culturas e crenças entendem pelo surgimento do universo e mostra a visão da ciência sobre a origem do universo, em nenhum momento diz que tal concepção é certa ou errada. Luí apresentou um vídeo pertinente ao assunto: evolução x criação. 

Lúcio sugeriu fazer uma espécie de livro, sobre a diversidade da turma, tantas áreas diferentes, mas com aspectos em comum, mostrando um pouco sobre a primeira turma do PPGCEMT - UDESC-CCT.

A professora fez algumas considerações sobre a apresentação de Piaget: disse para ter cuidado com citações muito longas nos slides e achou os vídeos bem interessantes e ilustrativos.

Eu li os termos do glossário de Gardner, e conforme a turma solicitou, li as definições de inteligência, idiossincrático e professor. Na definição de professor, aparece que ele deveria ser liberado para ensinar, tendo em vista que outros os ajudariam, como os especialistas em avaliação. Daí surgiu uma discussão sobre a questão, que é complexa, da avaliação. Comentamos sobre um período no qual na UDESC havia um projeto de provas unificadas. Ressaltamos sobre a importância de avaliar de formas diferenciadas, por exemplo, um aluno pode ser péssimo com a escrita, mas ótimo apresentando um trabalho. Isso vai de encontro a multiplicidade da inteligência de acordo com Gardner.

Pamela leu o glossário de Piaget, bem completo, com vários termos. Foram lidas as definições de esquema, acomodação, filogênese, concepção de sujeito e pensamento. A professora destacou que tanto no construtivismo como no sociointeracionismo, não se usa o termo indivíduo, e sim sujeito.

A professora deu algumas orientações de como funciona o processo de submissão de artigo para um revista, usando o exemplo da revista da qual é avaliadora - Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tencologia

Clarina apresentou suas observações de aula. Ela acompanhou uma professora de Matemática no 5º ano, na escola em que trabalha - Escola Municipal Prefeito Nilson Wilson Bender. A professora mostrou-se ausubeliana. Clarina comentou como essa professora observada era calma e não alterava o tom de voz e respeitava diferenças na forma como os alunos resolviam os exercícios.

Depois da pausa para o lanche, Elaine e Sandra literalmente vestiram a camisa e iniciaram sua apresentação sobre o russo Vygotsky (1896 - 1934) [Лев Семёнович Выготский]. Apresentaram sua biografia, destacando que ele possuía múltiplas inteligências. Além disso, ele mesmo criou uma revista e lá fazia publicações. Ele estava no fogo cruzado entre os gestaltistas e o pragmatismo americano (estímulo-resposta). Vygotsky era marxista, mais voltado para a questão filosófica do marxismo, e não política. Para Vygotsky, o homem é um sujeito ativo, crítico, transformador. 

Vygotsky, de acordo com a professora, publicou 200 artigos, isso que faleceu com 37 anos e vivia na época dos czares, podendo ser que alguns artigos se perderam. A professora comentou que Piaget lamenta não ter conversado com Vygotsky. Imaginem o que essa "trocara de figurinhas" poderia render! 

Comentaram sobre a dialética, que seria um insight para que o homem se toque de que é crítico. É a compreensão do papel do homem na sociedade. Aqui lembramos de Paulo Freire. Quanto a dialética, a professora comentou que uma tese implica numa antítese que implica numa síntese que por sua vez pode implicar numa tese.



Falaram sobre Karel Kosik, a coisa em si. Você já aprende antes de aprender formalmente. Apresentaram sobre o desenvolvimento filogenético, ontogenético, sociogenético e microgenético. Um exemplo de sociogenético é a adolescência, que é uma questão cultural, mas a puberdade é uma questão biológica. 

Falaram também sobre mediação, instrumentos, signos, interação social e a zona de desenvolvimento proximal. Para Vygotsky o professor é um mediador, uma ponte.

Percepções pessoais: foi uma apresentação interessante, as duas se mostram com domínio do conteúdo e uma clareza nas explicações. Principalmente a Elaine, me admira a sua desenvoltura em apresentar, ela fala muito bem, de forma clara com uma propriedade que prende a atenção, e mostra uma riqueza de vocabulário. 

Mostraram um trecho deste vídeo:



Sandra indicou um vídeo que não deu tempo de ser mostrado em sala: 




Apresentação Vygotsky

Mural Vygotsky

Contribuições da professora sobre Vygotsky.



quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Aula do dia 13/10 - Piaget

Relato da aula do dia 13/10.

Seguindo sugestões da aula passada, a aula começou com a apresentação de Pamela e Raíra sobre Piaget (1896 - 1980). Quanto à sua formação, era um filósofo que se transformou em psicólogo. Além disso, também possuía formação biológica.  Seus objetivos podem ser apresentados como duas perguntas: o que é conhecimento? Como aprendemos? Ele é um dos principais representantes do construtivismo, sua ênfase reside em aspectos biológicos, mas não descartando/rejeitando aspectos sociais. Para Piaget a aprendizagem é uma construção. 

Para Piaget, existem três tipos de conhecimento: físico, lógico-matemático e social. No processo de construção do conhecimento se fazem presente a assimilação, adaptação e acomodação, lembrando que a palavra acomodação, aqui, não significa passividade, significa sedimentação. O indivíduo precisa de uma maturação biológica para poder se apropriar do conhecimento. Outro termo usado por Piaget é equilíbrio. A professora comentou que este equilíbrio pode ser tanto não saber nada sobre um conteúdo, e esse não-saber não implicar em nada, como o ter o conhecimento do conteúdo. 

No desenvolvimento da inteligência, para Piaget, temos a maturação, experiência,  social e equilibração. Lembrando que o desenvolvimento é um processo linear contínuo, sem retrocessos. Outro item comentando é saber trabalhar a partir do erro do aluno, não simplesmente dizer que está errado porque não fechou com o gabarito, mas verificar as dificuldades do aluno. 

Piaget faz uma divisão por idades do desenvolvimento da criança. Surgem algumas críticas pois seus estudos foram principalmente realizados com seus filhos. Mas, os estágios são:

Sensório-motor (0 - 2 anos)
Pré-operacional (2 - 7 anos)
Operações concretas (7 - 12 anos)
Operações formais (12 anos em diante)

Como todos já estamos no estágio de operações formais, de acordo com Piaget seríamos capazes de resolver um problema de lógica como o que Raíra e Pamela trouxeram.

A apresentação foi interessante, gosto bastante do prezi, deixa a apresentação mais dinâmica, e os vídeos apresentados também foram pertinentes. 

Lúcio questionou se Piaget havia estudado crianças com, digamos, síndromes. Piaget só estudou "crianças normais". A partir daí iniciou-se uma discussão sobre a inclusão nas escolas. É uma questão bem complexa. 


A professora fez algumas considerações sobre a apresentação de Gardner, disse que achou uma apresentação interessante, comentou sobre a questão de música e matemática, que a mnemônica é uma música, normalmente paródia, para memorização. Também recomendou dois livros de Celso Antunes - Inteligência Múltipla e seus jogos, e Na sala de aula. Outra coisa é o cuidado em falar termos como 'esse cara', que no caso fui eu que usei para me referir a Gauss. Coitado, devia ter me referido a ele como senhor... Isso me fez lembrar de algumas coisas... 

Primeiro, que eu contei essa mesma história na turma em que realizei meu estágio no ensino médio, provavelmente também devo ter chamado Gauss de cara. Outra coisa: nesse mesmo estágio tive a oportunidade de observar uma professora de Matemática que foi minha professora no ensino médio. Foi muito interessante reparar em detalhes que antes como aluna eu não percebia, e um deles é a forma como a professora chama certos termos matemáticos, por exemplo, para o ponto (-1,6) ela chamou de “esse cidadão”, o que esse cidadão está nos “dizendo”? Para a raiz de uma função: o ponto que está “dorminhocando” no eixo x. Função afim é só um nomezinho chique para função do 1º grau. E esse 'cara' que tá somando passa pro outro lado subtraindo... Outro termo usado pela professora é 'conversar com a lei', a lei no caso, é uma função afim. Numa outra aula também teve um pouco de "informalização matemática", como expressões do tipo "conversa com a lei e não comigo", "nomenclatura desses bichos aqui”, "este cara feioso". 

Na minha observação de aulas que fiz mês passado, o professor também em algum momentos se referia ao limite de uma função de duas variáveis como 'esse cara'. Durante minha graduação também tive professores que usavam a expressão esse cara. O esse cara podia ser o gráfico de uma função, pontos de uma função, ou a própria função. Refletindo, realmente soa estranho falar esse cara, a função é uma pessoa? 

Fizemos o lanche, com o já quase tradicional patê, muito saboroso, e uma torta deliciosa feita pela Pamela.

A professora fez algumas considerações sobre os relatórios de observações de aulas. Frisou a forma correta de fazer citações. Disse que no geral achou os trabalhos muito bons e gostou dos estados da arte. 

O previsto era todos apresentarem suas observações, mas já eram 20h48! Então só Carla apresentou seu relatório. Ela observou uma professora de história, o que achei interessante, pois achei que ela iria observar aulas de física. E o teórico de aprendizagem que embasa a prática docente dessa professora, assim como o professor que eu observei, é Ausubel.

Percepções pessoais: o tempo nessa disciplina passa muito rápido. Acho válido ter mais tempo para discussão depois das apresentações, que dificilmente ocorrem, pois as apresentações acabam às 21h, mas a turma interage durante a apresentação. Porém gosto de ouvir os diários de bordo dos colegas, o glossário e o portfólio. E fazendo essa dinâmica de iniciar a aula pela apresentação, não deu tempo para ler nenhum diário de bordo, nem o glossário, nem a apresentação de um plano de aula.

Apresentação Piaget

Mural Piaget

Contribuições da professora sobre Piaget.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Aula do dia 06/10 - Gardner

Relato da aula do dia 06/10. 

A professora entregou um teste para nos auxiliar a descobrirmos com qual corrente nos identificamos mais. A professora fez algumas considerações sobre a apresentação do Luí e do Tiago sobre Wallon, comentou sobre os vídeos que foram bem ilustrativos e que deve ter dado muito trabalho achar todos eles. A sorteada para ler seu diário de bordo foi a Maria Beatriz. Thiago Melo, motivado pela aula passada, investigou mais sobre o termo construtivismo radical. 

A professora nos contou uma experiência sobre análise transacional, quando no início de sua carreira docente uma aluna lhe perguntou sobre análise transacional e a professora nunca tinha ouvido falar disso, reconheceu que não sabia e que na próxima aula ia trazer. Fica a dica para nós também, se ocorrer uma situação semelhante, que saibamos reconhecer que desconhecemos o assunto e trazer na próxima aula.

Tiago leu o glossário de Wallon, por sinal bem completo, com vários termos. Foram lidas algumas definições, como pessoa, disciplinas mentais, impulsivo-emocional e inteligência. Pedi para ler a definição de inteligência pois iríamos falar sobre inteligência na nossa apresentação. Wallon considera aspectos biológicos e sociais, já Gardner foca mais em aspectos biológicos.

Ulises e Lúcio apresentaram seu plano de aula sobre métodos e tempos. Carla é que havia pegado o plano de aula deles, ela fez alguns comentários sobre e disse que achou bem interessante. Foi um plano baseado em Ausubel. Ulises e Lúcio trouxeram dois tabuleiros de métodos e tempos e Carla e Maria Beatriz participaram da dinâmica.

A professora nos mostrou um vídeo sobre disciplina mental, no qual as crianças ficavam diante de um marshmallow e eram instruídas que se esperassem e não comessem esse marshmallow iriam ganhar outro. Achei uma outra versão deste teste, muito interessante, na qual a criança fica diante de um notebook ligado e um prato com marshmallows, a criança só poderá comer os marshmallows se ficar um tempo sem mexer no notebook. Incrível como algumas das crianças se mostram agoniadas por não poderem mexer no notebook!


Depois a outra parte da aula confesso que não estava prestando muita atenção pois estava ansiosa para apresentar. Mas, vou relatar o que eu lembro. A professora relembrou o que já havíamos discutido sobre o cognitivismo, como o cuidado das generalizações em pesquisas qualitativas.  Comentou sobre a escola, que numa visão cognitivista deve promover a autonomia do aluno e valorizar sua criatividade. Além disso, analisar o indivíduo, como o aluno conhece, como ele faz as coisas. O conteúdo representa um forte influenciador do processo de aprendizagem.  Novos dados serão assimilados e armazenados na razão direta da qualidade da Estrutura Cognitiva prévia do aprendiz. Esse processo de associação de informações inter-relacionadas   denomina-se Aprendizagem Significativa. A professora ressaltou que não podemos afirmar que todo construtivista é cognitivista, por exemplo, Paulo Freire, que é humanista. A teoria cognitivista enfatiza a cognição, o ato de conhecer, como o ser humano conhece o mundo. 

Pausa para o lanche, cucas deliciosas e patês saborosos. Depois, eu e a Mayara iniciamos nossa apresentação sobre Howard Gardner e a teoria das Inteligências Múltiplas. Percepções pessoais: achei muito legal fazer dupla com a Mayara e afirmo que realmente foi um trabalho em equipe. Começamos com a história da garotinha Melissa, de 8 anos, que fez um teste de QI e seu resultado foi insatisfatório, sendo taxada como burra, para afastar sua tristeza e decepção ela foi tocar seu trompete. Falamos sobre a biografia de Howard Garnder (1943 - ). O que mais me chamou a atenção foi o seu currículo que possui 86 páginas! Nós acabamos esquecendo de falar na apresentação, mas Bruner influenciou Gardner. 


Apresentamos algumas de suas obras, sendo que o livro que mais utilizamos para a apresentação foi Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Eu diria que o conceito mais importante na teoria de Gardner é a inteligência: como ele mesmo define "Capacidade de resolver problemas ou de elaborar produtos que sejam valorizados em um ou mais ambientes culturais comunitários." (GARDNER, 1995, p. 13). Para Gardner, a escola é centrada no aluno e deve considerar uma visão multifacetada da inteligência. 

Sobre o aluno, "Por causa de suas origens biológicas e culturais, histórias pessoais e experiências idiossincráticas, os estudantes não chegam à escola como tábulas rasas nem como indivíduos que possam ser alinhados unidimensionalmente." (ILLERIS, 2013, p.128). 

Sobre o professor, ele deve buscar usar abordagens pedagógicas diferentes para alcançar mais estudantes de maneira mais efetiva. Tem-se um novo conjunto de papéis para os educadores (GARDNER, 1995, p. 16) “Especialistas em avaliação”, “Agente do currículo para o aluno”, “Agente da escola-comunidade" E "na verdade, estes papéis deveriam liberar os professores para focalizarem seu próprio assunto e o apresentarem da maneira com a qual se sentem mais à vontade, à luz de suas próprias forças intelectuais. Eu visualizo  um papel especial para os professores-mestres, o de assegurar que as necessidades possivelmente idiossincráticas de cada aluno sejam bem atendidas pelos especialistas e agentes encarregados das recomendações educacionais." (GARDNER, 1995, p. 67-68)


Gardner desenvolveu a teoria das inteligências múltiplas, à luz da sua insatisfação com os teste de QI, que mediam a inteligência, valendo-se somente da inteligência linguística e lógico-matemática. "Da minha perspectiva, a essência da teoria é respeitar as muitas diferenças entre as pessoas, as múltiplas variações em suas maneiras de aprender, os vários modos pelos quais elas podem ser avaliadas, e o número quase infinito de maneiras pelas quais elas podem deixar uma marca no mundo." Além disso, inserido num grupo de pesquisa, investigou várias crianças, normais, prodígios, idiotas sábios, crianças autistas, crianças com dificuldades de aprendizagem. Mediante este estudo, elencou 7 inteligências, mas ele mesmo disse que essa era uma lista preliminar e que cada forma de inteligência pode ser subdividida, ou a lista pode ser reorganizada. Cada competência é relativamente independente das outras. As sete: linguística, lógico-matemática, musical, espacial, corporal-cinestésica, interpessoal e intrapessoal. Além dessas, ainda há discussão sobre a naturalista, a filosófica (existencial e espiritual) e a pictórica. 

A inteligência pictórica eu desconhecia, então pesquisando, encontrei que a Inteligência pictórica é caracterizada pela habilidade de expressar ideias por meio do desenho. É a capacidade de representação pelo desenho e extrema sensibilidade pela pintura. São pessoas que criam personagens que falam por si mesmo, sem ter necessidade de dizer nenhuma palavra. 

Para introduzir a discussão das inteligências múltiplas em sala de aula mostramos um vídeo do Chico Bento:


Discursamos sobre a aplicação da teoria das Inteligências Múltiplas (IM) em sala de aula. Lembrando que Gardner não propõe um método para usar as IM, mas pensamos em algumas formas de usá-la: por meio de atividades interdisciplinares, paródias, teatros, trabalhos em equipe, trabalhos individuais, autoavaliação... Comentamos que o professor pode buscar maneiras diferenciadas de apresentar o conteúdo, afinal todos não aprendem da mesma forma, e também o professor pode propor atividades diversas para seus alunos. Por exemplo, o professor pode ensinar determinado conteúdo fazendo uma paródia, ou pode solicitar aos alunos que como atividade façam uma paródia do conteúdo. Quanto ao ensino de Matemática, algumas formas de usar as IM, seria trabalhar com a relação da natureza com a Matemática (fractais, por exemplo), relação da arquitetura com a Matemática (o número áureo no Partenon), construir maquetes, relação da música com a Matemática (o tempo das notas), Modelagem Matemática, história da Matemática (como Gauss somou os números de 1 a 100)...

Na própria apresentação tentamos englobar algumas das inteligências: a musical, colocando música nos slides, a espacial, apresentando os slides de forma dinâmica e um vídeo, linguística, contando a história da Melissa, interpessoal, o trabalho que fizemos em equipe, intrapessoal, a capacidade de conhecer minhas limitações/potencialidades para a apresentação. O próprio diário de bordo é uma maneira de desenvolver a inteligência intrapessoal, assim como a autoavaliação no final da disciplina.

E quem apareceu de novo? A garotinha Melissa, que acreditando ter alguma esperança para o seu caso de burrice, pesquisou no Google: fiz um teste de QI e sou burra, e agora? Ela encontrou um site que fala sobre Howard Gardner e as inteligências múltiplas. Feliz, ela encontrou um teste para descobrir qual inteligência ela tinha mais desenvolvida, e seu resultado foi a musical.


Achei que o tempo passou muito rápido durante a apresentação! Infelizmente não sobrou tempo para a turma fazer o teste junto com a Melissa e comentar  seus resultados e também para discutir sobre como usar a teoria das IM em sala de aula ou como já usam.

Referências

BESSA, Valéria da Hora. Teorias da Aprendizagem. 2 ed. Curitiba: IESDE Brasil S.A., 2011.

GARDNER, Howard. Inteligências múltiplas: a teoria na prática . Porto Alegre: Artmed, 1995.

GARDNER, Howard. Inteligência: Um Conceito Reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.

ILLERIS, Knud. Teorias Contemporâneas de Aprendizagem. Porto Alegre: Penso, 2013.

NOGUEIRA, Clélia Maria Ignatius. As teorias de aprendizagem e suas implicações no ensino de Matemática. (2007) In: Acta Sci. Human Soc. Sci. Maringá, v. 29, n. 1, p. 83-92, 2007. Disponível em: <http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=307324783012>  Acesso em 24 set. 2015